sábado, 23 de maio de 2009

Quando a brincadeira perde a graça

Post pra falar sério, galere.
Assunto velho, last week, batido, mas bora lá:






Após os lamentáveis ocorridos, a Justiça resolveu tirar o quadro 'Pergunte para a Maisa' do ar. Esse foi o primeiro domingo do Programa Silvio Santos sem a participação da menina. É fato: ele passou dos limites. Discute-se, agora, a permanência ou não de Maisa no SBT e, até mesmo, sua vida familiar. Por enquanto, é um frenesi, uma polêmica, mas logo a poeira vai baixar. E isso é o que eu temo, afinal, essa é só a ponta de um enorme e antigo iceberg.

Não sabe aonde eu quero chegar? Vamos lá:

Alguém se lembra do Macaulay Culkin? Aquele garotinho loirinho, que estrelou filmes como 'Esqueceram de Mim' e 'Riquinho'? Pois é. Desde muito cedo, ele se dedicou à carreira artística. Conseguiu fama, fortuna, notoriedade. Tudo era precocemente maravilhoso e promissor. Depois disso, o inevitável: a queda no ostracismo, em meio à luta violenta de seus pais por sua fortuna, a destruição de sua família, de sua paz, de sua infância. Como consequência, um início de fase adulta permeado por escândalos e mais escândalos, envolvimento com drogas, uma estrada cheia de tropeços. Caminho triste para uma jovem revelação.

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É, esqueceram de mim.

Não só Macaulay, mas outros artistas mirins tiveram destinos tão tristes quanto ou ainda piores. Dana Plato, atriz do seriado oitentístico 'Minha Família é Uma Bagunça', por exemplo, envolvida com drogas desde a adolescência, em razão do estresse da carreira, e morta de overdose com pouco mais de 30 anos. Podemos citar até mesmo brasileiros, como Simony, que aos cinco anos começou com o Balão Mágico, e então sumiu, voltou, sumiu de novo, posou para a Playboy, casou com um presidiário e hoje é presença obrigatória no sofá da Sônia Abrão.

O que significa o caso de Maisa? Será que é um apelo das estrelas mirins? Será mesmo certo submeter uma criança à pressão dos palcos, do mercado, da popularidade e, posteriormente, do esquecimento? Pode parecer impressionante, mas apesar de toda a precocidade e talento que ela ou qualquer uma das crianças que vemos no show business apresentam, elas são crianças. Frágeis, em fase de construção de personalidade, com medos e inseguranças inocentes, que choram, que berram, que fazem manha. Crianças, que apesar de, desde cedo, serem colocadas para conviver em pé de igualdade com adultos nas telas, não têm hora para voltar a agir de acordo com sua idade. Imprevisíveis.

A perda da infância para a fama é algo cruel. Trabalho infantil não é só aquele das carvoarias, das fábricas de sapato, das lavouras de cana. Uma criança que é submetida a horários rigorosos, muitas vezes, desde as tenras horas da manhã (podíamos notar, no extinto quadro de Maisa, que ela tinha sono, muito sono, sempre), a extensa rotina de gravações e aparições públicas está aprendendo, desde cedo, a cultura do trabalho, do fazer para ganhar. Qual o limite entre isso e a exploração? É uma linha tênue, meus caros, é uma linha tênue.

Essa é uma questão a se pensar, afinal, o tempo passa. Todos deixamos de ser crianças um dia, crescemos, nos tornamos homens, mulheres. E nossa personalidade é moldada, em grande parte, com a bagagem que trazemos da infância. A infância é a fase na qual tudo se constrói, como se cada semente plantada fosse capaz de germinar, se bem cultivada. É aí que reside minha preocupação em relação às estrelas mirins: quando tudo deixa de ser lindo e fofinho, quando os pequeninos crescem e se tornam grandes e comuns, o que acontece? Como cobrir o vazio deixado pelos dias de glória? E é aí que os barracos do Superpop entram em cena.

Pra terminar, sabe o que mais me impressiona? Os inúmeros comentários no Youtube e no Orkut, rindo e fazendo pouco da situação. Afinal, 'a Maisa é uma pentelha', 'é uma pirralha chata', 'mereceu a humilhação', 'não tem nada de mais em exercitar o medo'. Nada de mais, hã?


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Não, isso não tem graça.

El Taco de Guerra.

sábado, 16 de maio de 2009

X-men The Origins: Hugh Jackman

Ok, acredito que esse post esteja com a data de validade próxima, se levarmos em conta o fato do filme já ter estreado há mais de 15 dias. Mas eu acredito também que não mata engorda.
Então, se você não está acima do peso, e já assistiu X-men IV, prossiga, amiguinho.

Haaja paciêcia, haja paciência!



Se eu pudesse descrever o ponto mais alto do filme, ele com certeza seria, além de alto, também forte, musculoso, e atenderia pelo nome de Hugh Jackman.
O ator que dá vida ao nosso amado tio Wolvis, protagonista do filme, se mostrou tão carismático quanto seu personagem exigia - mesmo que sem uma ajuda muito grande do roteiro - e desenvolveu as cenas principais do filme como ninguém. É, eu realmente paguei pau.

Por outro lado, o público garantido, a divulgação gigantesca e o fato de ser a continuação de uma franquia absurdamente lucrativa da MARVEL, impediram-na de se preocupar com a qualidade do filme em si, que, como imaginávamos, se mostrou puramente comercial, contendo exatamente aquilo que o público já conhece: Luta, cenas de ação, luta, efeitos especiais, luta, e quase nada de carisma emocional, que se estava lá, foi devido à atuação do Hugh e mesmo assim quem piscou perdeu. É.

A impressão que temos ao assistir é de que os produtores do filme nos viram como um bandinsensível FDP que não estamos nem aí pro fato do protagonista ter se fodido (no bom sentido, claro) a vida toda, matado o pai, perdido a esposa e se tornado inimigo mortal do irmão. Nós queremos é ver a bagaceira, o pau comer, a cobra fumar, ralar a tcheca no chão... -n. Além de tudo, somos todos hemofóbicos, talvez por isso o filme não conte com nenhuma gota de sangue nem nas cenas de quebra-pau. Ok, talvez sejamos, né? Vai saber.

Em suma, o filme não é de todo ruim. Conta com algumas cenas interessantes, alguns efeitos especiais dignos e critérios artísticos passam, além de ser bom para os fãs saberem um pouco mais da vida do (injustamente) líder dos mutantes. Eu só esperava bem mais, considerando a divulgação e credibilidade da franquia X-men. Mesmo assim, Wolverine pôs Hannah Montana - O Filme no chinelo em questão de bilheteria na inglaterra, e acredito que pesando os dois, o chinelo foi merecido.

Nada é perfeito, mas minha pipoca foi grátis e meu cinema é de 736483704º categoria, mas é barato. No fim, não saí no prejuízo, não.


Num momento incrivelmente chata e cara-de-mamão,

Pansy

P.S: perdoem nossa laranjeira, os posts estão escassos por enquanto mas acredito que depois do período de correria habitual no colégio, o blog volte à rotina.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Viver Antes Que Termine o Dia


Sabe aqueles dias em que você acorda tentando descobrir o sentido de tudo? É, talvez você não saiba. Mas eles são bem constantes para mim.
Outro dia estava eu tentando desvendar o sentido da morte. Ou da vida. Entenda como quiser. Entre muitos e muitos devaneios, decidi que seria melhor parar por ali. Há tanto para ser descoberto e ainda assim não teremos resposta alguma. Deveria eu me importar, afinal?
Acontece que é inevitável. Hoje eu acabo por deixar para lá e me sinto exausta de tanto procurar respostas que me fogem por mais que eu esteja perto de encontrá-las. Mas então amanhã tudo volta, até o momento em que eu vou estar suficientemente exausta, e vou desistir mais uma vez.
Mas deixando a introdução sem utilidade – não que o resto vá ter alguma - de lado, eu assisti a um filme há um bom tempo atrás chamado Antes Que o Dia Termine. Trata-se de um rapaz que não dá muita atenção à sua namorada. E uma noite sonha com a sua morte, percebendo assim diversas coisas que antes não havia feito – como a falta que ela faria, caso isso acontecesse, e o quanto a amava.
Eu o assisti de novo, mais recentemente. E me dei conta de algo que eu já sabia, de alguma maneira. Todos sabemos, e sabemos mesmo, mas não damos verdadeiro valor a isso.
Não importa: nós vamos morrer um dia. E a maior burrice que cometemos é acreditar que é sempre cedo demais para fazer as coisas darem certo. Quando não é. Não é cedo muito menos tarde, é a hora exata.
Se você quer dizer a alguém que o ama, faça-o hoje, faça-o agora. Se você foi estúpido com alguém, por que deixar para se desculpar depois – ou não se desculpar? Se você nunca disse àquela pessoa o quanto admira o sorriso espontâneo dela, diga-a imediatamente. Se você aprecia o jeito como alguém lida com os problemas ou trata dos sentimentos, mostre para esse alguém. Nunca é tarde, é sempre a hora certa. Não há nada pior que a dor de não ter feito aquilo que já não pode mais fazer.
Podemos parecer inutilmente jovens, mas não somos. Nunca sabemos o quanto estamos perto da morte e quanto tempo nos resta com alguém. Então por que dar de ombros e deixar que a outra pessoa descubra o quanto é importante se você pode ir lá e mostrar para ela? Por que fingir que temos todo o tempo de mundo se ele sempre nos abandona?
A morte está pelas esquinas, caminha calmamente, apenas esperando o momento – momento esse que não sabemos quando será. Devemos nos arriscar e continuar inventando bobagens para adiar o que devemos fazer?
O tempo não está em nossas mãos, mas o poder de fazê-lo valer a pena é inteiramente nosso. Se queremos que a vida seja especial, temos de fazê-la especial. Não basta acreditar que as coisas vão dar certo e continuar se lamentando por estarem todas erradas. Você precisa valorizar o que tem, ainda que considere pouco. E não acredito que haja uma única pessoa que tenha tão pouco. O amor é o maior e mais valioso de todos os bens. É o bem maior. E é algo que todos temos, ainda que à coisa mais banal.
Será que vale a pena ignorar a chance que temos de abraçar, beijar, gritar que amamos e somos humanos? Será que devemos deixar o fato de que somos humanos ser desculpa para todos os nossos erros e burrices ao invés de tentar ser racional e agir como deveríamos?
Eu não acho que a resposta seja sim. Devemos levantar o traseiro da poltrona, sorrir para o destino e aceitar o que vier, seja o que for. E, sempre que estiver em nossas mãos, fazer dar certo. Somos capazes de nos adaptar a situações inimagináveis, por que não seríamos capazes de mudar o nosso destino?
E mais uma vez eu deixo as perguntas sobre as quais ninguém vai pensar a respeito. Mas a vida é tão engraçada, não acha? Eu mesma estou dando gargalhadas dela agora, e nem ao menos sei o por quê...
Anna Molly.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Dicas ahazzantes de música brasileira (ou não)

Alô, alô, coleguinhas de todo o Brasil! Aqui quem fala são suas amigas, El Taco de Guerra (vulgo Tacão rs) e Pepper Waldorf, apresentando mais um post alegre, divertido, alto-astral, pra cima e -n

Como sabem, nosso blog tem por costume apresentar dicas interessantes e envolventes (tá, nem sempre) de diversão e cultura. Aqui, hoje, lhes apresentamos uma dica musical: senhoras e senhores, com vocês, STEFHANY!

Alguns já conhecem a diva de longa data. Ela vem do Piauí para o mundo, e virou pérola do youtube tem feito estrondoso sucesso na internet, além de ter aparecido em programas de cunho duvidoso que forjam facções criminosas no Domingo Legal (UMBA UMBA UMBA Ê!), há algum tempo. A partir de seu site oficial, http://sthefanylevaeu.com.br/, tivemos acesso a detalhes e peripécias da vida da diva. Acompanhe você essa história emocionante de talento e superação:


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Jogada para escanteio, Sthefany, mulher de fibra, poderosa, fez disso seu salto rumo ao sucesso (hein?). Mostrou ao malvado Tonivan e a todos os outros invejosos que tudo é possível, é só acreditar, se tornou uma diva e foi pro forró de Crossfox emprestado. Isso é que é exemplo.

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Ai, gente, como assim, deprimida por dois dias? DOIS DIAS? QUE ABSURDO, OK, STEFHANY, VOCÊ É UM EXEMPLO DE VIDA, POR TER SAÍDO DE UMA SITUAÇÃO TÃO DIFÍCIL DO FUNDO DO POÇO E MOSTRADO PRA TODOS NÓS O QUE É A FORÇA DO TALENTO, TE ADMIRO MUITO BJS ME ADD NO ORKUT




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Será que foi daí que saiu o Crossfox ou ele é alugado, mesmo?

Enfim, Stefhany é um exemplo para todas nós, mulheres, com suas músicas maravilhosas, que nos mostram valores de humildade (Eu sou linda, absoluta, eu sou S-te-fha-ny), confiança (Não vou ficar mais te esperando/Pois agora eu sou demais) e valorização da mulher (Agora vou lhe dar com amor...). STEFHANY, NÓS TE AMAMOS, OK? Fiquem agora com alguns dos MELHORES sucessos da diva, devidamente comentados:

- A música 'Eu sou Stefhany' se trata de uma letra feita com muito amor e carinho na qual a 'cantora' e diva Stefhany,em seu clipe é assediada pelos milhares de fãs,recebe gritos desesperados , e claro,tudo isso com muita classe e uma roupa espetacular.A 'música' revela um plágio rítmico da música 'A thousand miles' de Vanessa Carlton,[a moça que emprestou o sobrenome pra vender cigarros -n] e uma imitação muito[muito mesmo] fajuta da roupa da Rihanna em 'Umbrella' [cá pra nós,lembra,quando ela esta sentada ;x -q],mas NÃO! quando ela levanta,eis que vemos uma calça jeans,OH! O clipe é tão rico e interativo que nos ensina a dançar,tudo graças as habilidades,rebolado e originalidade dos passos feitos pelas Stefhanetes!Stefhany se mostra bastante artística e nos mostra que,assim como uma atriz de primeira classe ela também consegue ficar emburrada,brava,linda e absoluta,afinal,ela é a Stefhany! Mas para quê mais palavras se podemos ter a honra de assistir a essa magnífica cantora que incrivelmente balança os cabelo no ar melhor que a Joelma? Vejam com os seus próprios olhos!



Destaques:
0:37-Assédio da multidão
0:53-As famosas Stefhanetes e seus passinhos originais
1:05-Expressão facial fantástica
1:09-OLHA,OLHA! É O SHREK!
1:14-A mais esperada,jogada de cabelo da Joelma persolnalizada
1:23-O impecável e invejável Cross Fox de Stefhany!
2:02-Além de tudo,ela consegue ser sedutora e sensual.
2:17-Stefhanetes mostram todas as suas habilidades dançantes novamente!
3:23-E para finalizarmos esse incrível vídeo temos um momento extremente empolgante,da até vontade de dar uma dançadinha discreta junto. Hihi

- Na música ‘’Olhos de mullher’’ outro sucesso da talentosa Stefhany,aprendemos uma linda mensagem de que mulheres maduras não correm atrás de homens,[não de homens como você Cardosão! u.u’ and big girls don’t cry. -qqq].Neste videoclipe feito com uma super produção no lar da nossa querida Tefhynha encontramos várias cenas caseiras,que nos dá a impressão de estarmos quase em casa! Close no MSN e na sua listinha de contatos,nos e-mails Hotmail e claro,o incrível balanço na árvore do quintal no qual Stefhany se balança gloriosamente e joga a sua cabecinha com cabelos sedosos,brilhantes e cor de jabuticaba o tempo inteiro para trás. Apreciem e reflitam a respeito.

Destaques:
0:36-O sapinho e xodó da cantora,provável presente de Cardosão.
0:58-O balanço magnífico e majestoso de Stefhany!
1:06-Inicio do refrão inigualável a lá ‘Calipso do agreste’
1:26-O sorriso maravilhoso da nossa diva!
1:31-A parte mais graciosa,nosso botão de rosa Stefhany,nos mostra o quanto se importa com a natureza regando a sua humilde horta :’) [vocêsnãotemideiadecomoeuri]
1:51-AHÁ!aí esta ele,[primeiro e-mail]Cardoso o cafetão que maltratou o pobre coraçãozinho de Stefhany quando ela ainda era inocente :’( [Caso ache ele na rua nos mande uma foto (; ]
1:57- Tefhynha,te pegamos D: enquanto aparece a foto de casado de Cardosão e a OUTRA,ela está digitando,o que será? Oo’ –q
3:22-Que carinha delicada e meiguinha ao cheirar o aroma adocicado da florzinha campestre! Stefhany,você me encanta :’)
3:26-SMILINGUIIIDO :’D –q
3:39-E para finalizar descobrimos que SIM,a nossa diva tem ORKUT! :’) digite Stefhany e você achará o perfil da cantora,adicione e tente ganhar um espaço na vidinha dessa musa :’)

- Mermão,ela solta a franga e arrasa em ‘Linda noite’,da gritos a lá Joelminha e claro,as Sthefanetes cada vez mais inovadoras e com passos mais calientes e fresquinhos,pra você aí de casa!Sensualidade,espontaneidade,glamour,paixão,franja no rosto,plumas alaranjadas,aviões em alta velocidade,ondas,mar,roupas de última moda,momentos ‘odalisca praiana’,algas achadas no mar[se um dia encontrar essa alga vou pedir pra ela autografar :’) ],penteados fashions,brisa fresca e salgada no rosto,guitarrista habilidoso.Todos esses são elementos que compõem o contagiante e irresistível clipe de Sthefany!Detalhes a mais do clipe? I-M-P-O-S-S-I-V-E-L amiguinha,o clipe em si é uma obra de arte hilariante e deliciosa na qual você não pode perder um segundo se quer!




Conclusões? Que cada um tire as suas,mas o que tenho a dizer é que ,dona de um corpo magnífico,um sorriso resplandecente e uma confiança inabalável,Sthefany é um exemplo de superação, luta e carisma, com Sthefany nas paradas de sucesso não há Madonna que fique no topo e não há Jesus Luz que se segure!

El Taco e Guerra e Pepper Waldorf, PRA SE APAIXONAR!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Talento não escolhe o próprio dono

Ou talvez escolha.

Como quem é vivo sempre aparece para atormentar, eu voltei, e trouxe comigo uma notícia que realmente deve ter vindo do mundo dos mortos, já que muitos de vocês já conhecem: Susan Boyle.
A dona de casa desempregada, feia pra caralho sem nenhum atributo fisico que chamesse muita atenção, de 47 anos, foi alvo de chacota do público ao participar do "Britain's Got Talent", um Reality show, no ultimo dia 11.

Susan foi alvo de zombaria, até o momento em que ela começa a cantar.

http://www.youtube.com/watch?v=RxPZh4AnWyk&feature=related

(ouça você mesmo e deixe de ser preguiçoso! --')

E não, eu não estou falando de uma voz de cantora POP Teen, do tipo geração Capricho.
EU TÔ FALANDO DESSA VOZ!
Da voz que deixou neguinho de queixo caído na platéia e fez com que eles aplaudissem de pé;
Da voz que me arrepia sempre que eu clico play naquele vídeo;
Da voz de uma dona de casa sem dinheiro, sem carinha de adolescente, sem maquiagem;
Da voz que me fez escrever um post sem um pingo de ironia.

Porque o que Boyle tem, chama-se talento, e no caso dela, ele não precisou de outros fatores para continuar existindo.

Paguei pau.
Pansy

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Como manter seus 15 minutos de fama em 6 lições

Cansado da mesmice? Entediado com o anonimato, com a mesma cara chata e sem-graça que vê na frente do espelho todos os dias? Querendo mudar, se tornar conhecido, notório, VIP, de grande e excelsa importância para a sociedade civil? ESSA É A SUA HORA! Eis que a equipe AhazzaBee orgulhosamente apresenta...


MANUAL PRÁTICO DOS 15 MINUTOS DE FAMA, COM LUCIANA COSTA (quem?)!


Nosso manual consiste em 6 passos simples, a serem seguidos pelas potenciais subcelebridades. Antes de tudo, é preciso dar o pontapé inicial e conseguir os famosos 15 minutos de fama. E para tal, o que fazer? Gritar? Fugir para as colinas? Sair pela rua correndo e gritando 'OS RUSSOS ESTÃO CHEGANDO!!!'?


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NÃO, SUA SONGA-MONGA!!!

Pare de pensar e apenas siga os passos da mestra Luciana (mas quem diabos é essa Luciana?) e seu futuro no undeground das celebridades estará garantido!

1. Supostamente Roube o macho da Madonna;


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- Hihihi oie

2. Se aproveite da situação e diga que um ex-BBB a teria chamado para sair;

3. Depois disso, vá a uma festinha e deixe, acidentalmente, sua calcinha à mostra;



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- Eu vou pro baile, tãnãnã...

4. Após isso, vá a praia e deixe, acidentalmente, é claro, seu seio à mostra;

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Esta não é a abertura da novela Pantanal.

Após os 4 primeiros passos, aonde você chega, aonde? Aonde? Aonde?


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5. Fácil: é só posar quase nua!

O 6º passo é admitir a estratégia. Assim fica muito mais fácil, é claro, conseguir as coisas na base da humildade:

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6. Admita que queria mesmo era prolongar os 15 minutos de fama e vá ao programa da Sônia Abrão.

PRONTO! Você atingiu seu objetivo. Creio que, agora, algumas aparições na Playboy com cachês agradáveis e participações em barracos rodas de discussão no Superpop sejam satisfatórias. Caso contrário...



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Você é uma grande incompetente.

El Taco de Guerra e Nazaré.

domingo, 12 de abril de 2009

Você tem um minutinho? -não.

Escola, provas, testes, aulas (muitas, por sinal), vestibulares, probleminhas em casa, falta de tempo, estudo, muito estudo, aulas a tarde, inglês, educação física... Depois da rotina diária e do cansaço evidente ainda tem o superficial comparado ao que se faz presente, brigas com amigos, uma viagem cancelada, uma noite de sábado planejada cuidadosamente com os amigos que não deu certo, brigas com a sua mãe porque ela quer que você lave a louça e você está cansada demais pra fazer isso naquele dia, brigas com o seu irmão que insiste em te pentelhar o dia todo, brigas com o seu pai porque ele exige muito de você, discussões com os professores porque aquele exercício de aritmética é impossível, bateções de pé com o seu professor de física que é um babaca e acha que pode fazer o que bem entende na escola (é,ele pode) e porque ele passa dever demais. E abatidos pelo cansaço os efeitos colaterais têm início, 5 horas de sono, muito sono, doresinhas de cabeça, indisposição, preguiça... Passamos a ser movidos por... café. Mesmo passando por tudo isso quase involuntariamente nos vemos obrigados a não desistir, não desistir por causa da nossa família,do nosso futuro, por nossa causa, pra quem diz que somos fracos, meros seres-humanos, digo que depende do ponto de vista, vejamos novamente superficialmente o lado da coisa, somos cobrados a cada dia mais, sofremos muita pressão vindos dos nossos pais, da escola, dos amigos, temos a opção de desistir de tudo que nos foi posto, nas nossas mãos, na nossa frente e o que conquistamos,o que corremos atrás e com o próprio mérito conseguimos, sejam elas notas altas ou algo que torcêssemos para dar certo e deu, temos a oportunidade de desistirmos de tudo,mas não, ao invés disso muitos de nós optam por seguir em frente por mais difícil e desesperador que seja. E é isso aí minhas laranjas e meus leitores, é seguir adiante e encarar o que vier pela frente, falta-nos tempo até para fazer o que mais gostamos, digo falta tempo principalmente pra isso, mas é seguir em frente e seja o que Deus quiser.


xoxo, mais uma escrava do tempo, diga-se de passagem da falta dele, Pepper Waldorf.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Every little thing is gonna be alright.

Meu cachorro morreu, minha mãe bateu o carro, meu irmãozinho me tira do sério, minha professora entrou na menopausa, meu namorado me trocou pelo meu melhor amigo, e agora se não for mais vestibular e for só Enem?, minha amiga me disse que uma das minhas melhores amigas chamou a minha outra amiga de vadia entao eu chamei ela de vadia mas ela tinha chamado outra menina de vadia e agora já é tarde demais, meu time caiu pra série B, estou nas últimas páginas de Breaking Dawn, mandei o cabeleireiro cortar só as pontinhas, minha manicure me tirou um bife, vou ter que passar 25 horas por dia malhando pra perder os quilos que vou ganhar na Páscoa.. Escolha o seu motivo para ficar deprimida, cara leitora, e pode ser bastante criativa, porque só o que tem por aí agora são desculpas para nós estarmos num canto escuro dos nossos respectivos quartos, com uma faquinha de manteiga e com qualquer música que descreva a nossa dor desesperadora tocando no último volume.

Essa não é a melhor coisa a se fazer, sabemos disso. E eu gostaria muito de poder vir aqui e dizer que a solução é encarar nossos problemas de frente, tentar resolver todas as situações com maturidade e calma que quando nós nos dermos conta a nossa vida voltará a ser a viagem para Disneyland que já foi há alguns anos atrás. Mas isso seria hipocrisia da minha parte. Porque NUNCA quando eu estou gritando, chorando, ou xingando penso 'Isso não é uma atitude madura da minha parte'. PORRA, se alguma coisa tá te tirando do sério ela tá te tirando do sério e deu, ninguém tem sangue de barata! Tem é que gritar mesmo, chorar mesmo, e ninguém tem que te julgar por isso.

Mas vai chegar uma hora que a raiva vai passar, a frustração não vai parecer nada e as lágrimas vão secar, e o que é que vai te restar? É essa a maior pergunta que tu tens que se fazer. E há várias respostas diferentes pra ela.

Alguns diriam que o que resta é mais mágoa, e voltariam à estaca zero e continuariam sofrendo pelos mesmos motivos, over and over again. Outros diriam que não resta nada, e iriam em frente, deletando tudo que passou e qualquer possibilidade de extrair a lição daquilo. Outros ainda, achariam em si mesmos uma raiva que, por falta de motivo, seria canalizada a tudo em suas vidas. Essas pessoas se fechariam - tanto para mais problemas, quanto para outros ótimos momentos.

Hoje, o que eu quero compartilhar com vocês é o que eu quero que reste em mim daqui pra frente: otimismo. E para fazer vocês entenderem o por quê, eu peço a ajuda do dicionário.

otimismo
s. m.
1. Costume ou sistema de achar que tudo é ou resultará o melhor possível.
2. Confiança no porvir.

Otimismo não tem nada a ver com achar que a vida é um moranguinho e que nunca ninguém vai te magoar. Otimismo não tem nada a ver com levar um tapa na cara e sair sorrindo porque 'sou otimista, então isso não me afeta!'. Otimismo não é criar uma máscara em volta das suas reais frustrações - pois você pode enganar a todo mundo, menos a si mesmo.

Otimismo pra mim representa o chorar, xingar, se frustrar, se magoar, e realmente demonstrar isso! Senão ficando vermelha e inchada na frente de toda a sala de aula, mas guardando as suas lágrimas para o seu travesseiro. E então, depois de vivenciar a decepção, a perda ou a frustração, você pára e pensa. Mas pensa MESMO, sem hipocrisias, em tudo que aconteceu. Pensa nos erros que cometeu e automaticamente aprende a não cometê-los de novo. Pensa nos erros dos outros e automaticamente aprende a se prevenir deles.

Depois disso, então, abre a sua janela, olha pra fora e sorri. Sorri pro mundo que tá lá fora, sorri pra vida, sorri pro novo dia que tu vais irremediavalmente ter que viver, e diz pra ele "Se deu mal se achou que ia me derrubar". Põe a sua roupa favorita, joga a franja e sai na rua realmente pronta para viver ótimos momentos, mesmo sabendo que talvez outros problemas estejam por vir.

Não estou aqui pra dizer que não é pra n
inguém sofrer mais, porque se não houvesse sofrimento, a felicidade não seria metade tão boa. Estou aqui para começar a espalhar o meu otimismo, porque acho que se metade das pessoas em volta de mim pudesse me olhar nos olhos e dizer, com convicção, que não importa o que tentasse me abalar, eu ficaria bem, eu seria um pouco mais feliz. :)

Baby don't worry about a thing, 'cos every little thing is gonna be alright. De um jeito ou de outro.


E se ele falou, tá falado.


Querendo muito que essa onda de otimismo pegue, começando pelas queridas laranjetes,
Simpkey

domingo, 5 de abril de 2009

Di-Lua

eu sou Di-Lua


Quando eu era pequena, eu costumava passar horas e mais horas olhando para a lua. Fazia isso por causa da sensação de paz que eu tinha, e porque gostava de ficar refletindo sobre as coisas enquanto olhava para aquela coisinha brilhante, tão bonita e tão mágica... Tinha a sensação de que todo o segredo do universo estava guardado ali, e eu ia desvendá-lo um dia.
Até hoje quando eu olho para o céu e vejo a lua, eu faço a mesma coisa. Esqueço de todos os meus problemas enquanto fico admirando a mesma coisinha mágica e brilhante lá no alto, e me deixa feliz perceber que é fato, por mais bobo que seja, que enquanto tudo mudava, ela continua a mesma.
Essa semana enquanto eu estava voltando pra casa, percebi que ela estava lá, sorrindo para mim, e eu sorri de volta. Sorri porque eu compreendi muita coisa naquele momento, compreendi que ainda tenho 15 anos e uma vida que muita gente gostaria de ter. Porque eu sou livre, muito livre. Sou livre e tenho poder para mudar tudo, eu tenho esperanças e tenho sonhos, perspectivas. E ainda, eu posso olhar para a lua e ser sonhadora, como eu sempre fui, porque eu posso e não preciso me preocupar com nada demais, porque a minha vida me permite isso, e porque eu tenho uma segurança ao meu redor, coisa que muitas pessoas não têm.
Não é preciso coisas muito grandes para se ter uma vida feliz, são realmente as pequenas que fazem a diferença, porque você precisa de todas elas juntas, e se parar para olhar a lua e respirar um pouco da paz do universo, você vai perceber isso também.




Georgia Nicolson.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Fazer um post...tirá essa placa...

Não, as vozes não se calaram.

Como vocês já devem ter percebido, o Ahazza anda num ritmo meio lento atualmente, sem muitas atualizações ou textos super ultra mega inspirados das redatoras...e aí você me pergunta, caro coleguinha: 'Pô, Tacão, qual o motivo disso?'. 'Bem...', eu te responderei, 'é simples, comissário, essa fita mostra tudo'. Três palavrinhas: falta de tempo. As laranjetes andam muito atarefadas, caros coleguinhas. É muita louça pra lavar, roupa pra passar (brimks, apesar de algumas trabalharem mais que mulher rendeira em casa)...estamos absortas em tanto estudo, tantos projetos, pré-vestibular...eu mesmo não me lembro qual foi a última vez em que sentei pra ver um filme, ou pra fazer nada. É difícil...

Err, paremos de chorar as mágoas por aqui, afinal, isso não é a mesa do Reginaldo Rossi e você, caro leitor, não é um garçom. O fato é que, apesar de imersas nessa atmosfera de correria e pura ocupação, tentaremos nos dedicar mais ao blog, tirar um tempinho do dia de cada uma pra postar algo de novo aqui, nem que seja um testículo pequeno texto, com alguma novidadezinha, pra dar uma satisfação pra quem lê constantemente...apesar da carga pesada (É UMA CILADA, BINO!), prometemos fazer isso, pra felicidade geral da nação (ou não).

É isso aí, galere. Estamos num 'quase hiatus provisório'. Enquanto isso, entretenham-se.


El Taco de Guerra (porque eu não cansei de assinar assim, rs)