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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Quem precisa de SBP quando existem esses sapatos?

Chegando à escola hoje, vi uma colega minha, que é 6 meses mais velha que eu, porém muito menor. Quando olhei para os pés dela, vi que ela ostentava um par de sapatos no mínimo assustadores. Marrons, de bico MUITO fino, aparentemente um número maior do que o pé dela. Horrível.

Quando minha amiga chegou,ela se revelou muito er...assustada com aqueles sapatos.Não foi uma questão de gosto, porque o gosto de sapato das duas se parece, mas não combinou o tamanho e estilo da menina com o tipo de sapato, AINDA MAIS NA ESCOLA!! Não ficou a coisa mais linda do mundo junto com uma calça jeans e a linda camiseta branca da escola, eu agarantio.
Essa menina vive com sapatos sociais e uniforme. Usa colares de strass pra assistir aula.O único problema é que ela usa numa escola PÚBLICA, e acho que só o fato de se usar esse tipo de coisa em qualquer escola, que seja a melhor do mundo, te torna UMA EXIBIDA, ainda mais quando se fica esfregando as coisas na cara dos outros. Ok, se você tem grana e quer gastar seus sapatos, coloque eles pra sei lá, ir ao mercado, mas pra escola não! Fica feio demais.

Eu, particularmente, não gosto daquele tipo de sapato, mas com uma boa produção, fica aceitável.
É, eu sei que o texto ficou bobo, mas eu realmente precisava desabafar. Ela me irrita com essa pataquada.

VOCÊ NÃO ME MATA, LALALA



Fiquem com a Chinchila Divina do Ármario, Amelia Juice

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Schopenhauer e o amor

Tio Schopenhauer


Na última aula de filosofia, assistimos a um documentário sobre a visão do filósofo alemão Arthur Schopenhauer sobre o amor. Nesse documentário, Schopenhauer descrevia o amor sendo apenas uma vontade humana de perpetuar a espécie com pessoas que segundo a nossa visão, possuem características dignas de nossos descendentes.

Enquanto a maioria das pessoas se revoltava e ria da ‘loucura’ de Schopenhauer ao dizer isso, eu parei pra pensar e vi que ele estava certo. Seres humanos são animais, mesmo que sejam racionais. E a origem humana segundo a evolução, é o macaco. Isso significa que sim, talvez o princípio do nosso interesse por outra pessoa seja realmente o instinto de perpetuar a espécie.

Porém, concordo com Schopenhauer só até aí, não acredito que amor e amar sejam apenas isso, acredito que ultrapassa o nosso entendimento sobre tudo. Para mim, não amamos com o cérebro e nem com o coração no sentido figurado, acredito que amamos com a alma. Tá, e quem garante que realmente temos uma alma e que não estamos aqui de pé apenas pelas reações metabólicas dos componentes químicos do nosso corpo?

Aonde eu quero chegar é: o mundo em que vivemos, tudo ao nosso redor é um eterno segredo, não podemos explicar cientificamente every little thing e talvez nunca poderemos. Sentimentos, então, são tudo o que existe de mais complexo.

Para provar que Schopenhauer realmente não estava completamente certo, ele passou a vida toda procurando alguém para perpetuar a espécie. Quando estava velho e feio, se apaixonou por uma jovem de 17 anos, que é claro, o ignorou.

Think about it.


Você adoraria procriar com ele. Não negue.


xoxo,
Georgia ;*